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Durante a ocupação árabe os povos ibéricos tomaram conhecimento daquelas pedras lisas e polidas, que eram placas de barro cobertas de vidrado colorido e uniforme. Placas que eram cortadas em fragmentos geométricos e depois recombinados em bonitas painéis decorativos - Esta forma de cortar e trabalhar o azulejo, que era feita com alicate, foi desenvolvida e implementada pelos Mouros na Península Ibérica. - Nos séculos XVI e XVII a moda pegou e foram muitos os painéis que ornamentaram paredes e contaram histórias.
Depois de utilizados só como ornamento, os azulejos passaram a ser usados, na decoração dos templos, para contar histórias de santos e de anjos e recriar cenas bíblicas. Mais tarde, outros temas inspiraram os mestres em azulejaria, que recriaram em painéis cenas mitológicas, da vida rural e, até, da história de Portugal.
Por todo o lado existem belos azulejos. Sobretudo em igrejas, palácios e edifícios antigos. Cada azulejo, cada painel, tem a sua história. No Convento de São Vicente de Fora, em Lisboa, podem apreciar-se as fábulas de La Fontaine, nos painéis que decoram os claustros. Como não podia deixar de ser, no Museu Nacional do Azulejo é um bom local para ficar a conhecer melhor os azulejos. A história de um chapeleiro é uma banda desenhada original. Retalhos da nossa história, podem sem encontrados no Palácio Nacional de Queluz , onde os azulejos dos jardins são decorados com cenas da corte que lá viveu. Também o Palácio do Buçaco e a Sala dos Reis do Mosteiro de Alcobaça mostram cenas da história de Portugal.
Na Manuel Marques Antunes Temos alguns azulejos e paineis estas épocas para venda. Ligue-nos para os N.º +351 21 460 29 80 / +351 21 469 05 09 ou envie um email:
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